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Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04

Olá

Bem, este é um tutorial de como instalar com perfeição uma ferramenta de administração para linux chamada WEBMIN, eu fiz o tutorial usando o Ubuntu Server versão 11.04 no VirtualBOX, e para conexão remota usei o Putty.

Não me deti a detalhes mais básicos pois como é uma ferramenta para usuario já com um certo conhecimento eu me deti o passo-a-passo apenas na instalação que é onde existem os detalhes para bom funcionamento.

No tutorial seguem 2 vídeos, um com apenas a instalação do Ubunto Server e o outro com a instalação do WEBMIN. E um arquivo TXT com resumo dos comandos para copiar e colar no Putty e para rápida referência de instalação.

ESTOU USANDO AGORA O SISTEMA DE VÍDEO DO VIMEO POIS ALÉM DA QUALIDADE SER MELHOR CARREGA TAMBEM MAIS RÁPIDO. ASSISTINDO O VIDEO DO SITE DO VIMEO VOCE CONSEGUE UMA ALTA QUALIDADE SEM PRECISAR EFETUAR DOWNLOAD.

Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 1

Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 2

Arquivo com os comandos já feitos – DOWNLOAD

01
Iniciando a instalação do sistema operacional.
Eu uso de preferência o idioma ingles por causa da grande variedade de tutoriais na internet, consequentemente posso confrontar depois informações com mais perfeição.
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Prosseguindo.
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Aqui ele pergunta qual a TIMEZONE, ou seja ajustes para sua localização tais como Pais e diversos layouts, o velho bla bla bla de sempre.
Escolha OTHER
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E em seguida escolha SOUTH AMERICA ( america do sul )
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Nosso velho e corrupto Brazil de guerra.
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Mas nesta tela matenha o padrão
UNITED STATES – UTF-8
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Sobre seu teclado a instalação pergunta se está correto.
Escolha NO e prossiga
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Se for o famoso ABNT2, pode escolher Brazil
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E aqui Brazil denovo
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Uma parte bem importante é esta…
Aqui voce vai definir o HOSTNAME do servidor, verifique com cuidado para nao ter mais trabalho para mudar depois. No meu caso aqui eu escolhi ( linux )
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A instalação detecta sua localização para ajustes de horario.
Confirme com o que ele detectou ou escolha um proximo a sua localização. Aqui como estou na Paraíba, eu preferi deixar o TIME ajustado para Recife mesmo.
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Vamos agora particionar o Disco o que fica mais a gosto de cada pessoa, eu particularmente depois de muiiiiiiito teste cheguei a seguinte conclusão:
SWAP – Do tamanho da memória RAM ou o dobro da memória RAM, em geral mesmo tamanho da RAM
Particao / – O restante do disco, acreditem, resolvi muitas noites de sono assim Smile
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Vejam que eu fiz o seguinte, coloquei o SWAP no inicio do disco pois como todo mundo sabe o inicio do disco e mais rápido do que o final.
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Confirmando o LAYOUT do disco.
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Após o processo ele me pergunta o meu nome, Basta digitar o nome e prosseguir pra próxima etapa.
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Automaticamente ele ja usou meu nome como usuário.
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Senha
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Repita a sua senha
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JAMAIS DIGA SIM A ENCRIPTAÇÃO
A não ser que seja louco e claro Smile
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Não use proxy durante a instalação por favor.
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E tambem não permita instalação automatica de updates e upgrades dos pacotes.
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USE APENAS O SSH SERVER
Porque???????
Alem de tornar a instalação em si mais rápida, o restante faremos usando o proprio WEBMIN, melhor mais rápido e prático. Assim como torna a instalação mais padronizada no aspecto de robustez do sistema.
“lembram aqueles monte de arquivinhos que se acumulam no linux…”
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E claro, instalem o GRUB
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E termine a instalação para reiniciar o sistema
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Primeiramente na tela de LOGIN entre com seu usuário criado, que no meu caso foi o brinsley. Em seguida para facilitar vou usar o root do sistema para instalar todo o resto do sistema, sendo assim mude para SU como comando:
sudo –i
= digite sua senha de usuario normalmente,e  logue-se como root.
Depois disto use passwd root, para mudar a senha de root, inserindo 2 vezes a senha. depois disto basta digitar reboot para reiniciar o sistema e fazer logon usando root como usuario.
Nesta tela anote o IP que o Ubuntu está usando pois através deste iremos configurar a rede para usar o IP fixo que vamos escolher. No meu caso aqui aparece 192.168.254.101
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Usando VI ou nano por exemplo iremos editar:
/etc/network/interfaces
Para facilitar está aqui o meu exemplo pronto:

# This file describes the network interfaces available on your system
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.254.5
netmask 255.255.255.0
network 192.168.254.0
broadcast 192.168.254.255
gateway 192.168.254.254

 

Salve e saia para o prompt, entao execute o comando:

/etc/init.d/networking restart

Fazendo isso automaticamente voce já vai usar o IP que escolheu.

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Agora vamos alterar o arquivos hosts para que tambem possamos usar o nome de maquina corretamente.
Mais uma vez usando o vi ou nano edite o arquivo:
/etc/hosts
Meu arquivo de exemplo;

127.0.0.1         localhost.localdomain   localhost
192.168.254.5   linux.localdomain       linux

# The following lines are desirable for IPv6 capable hosts
::1     ip6-localhost ip6-loopback
fe00::0 ip6-localnet
ff00::0 ip6-mcastprefix
ff02::1 ip6-allnodes
ff02::2 ip6-allrouters

Fazendo isso basta salvar e verificar o nome de HOST com o comando

hostname -f

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Se desejar reinicie o servidor com o comando reboot. E ao efetuar login verifique o IP que está usando e o HOSTNAME conforme mostrado aqui.
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Agora vamos começar a instalação do WEBMIN propriamente dito…
Teremos que primeiramente acrescentar ao nosso ubuntu o repositório do WEBMIN, para isso vamos editar o seguinte caminho:
/etc/apt/sources.list
Adicionando no fim da lista os repositorios do WEBMIN que sao:

deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib
deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib

Salve e saia para o prompt.

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Execute: wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc

Execute: apt-key add jcameron-key.asc

Execute: apt-get update

Instale o WEBMIN: apt-get install webmin

= Confirmando com Y quando for perguntado.

No fim será informado o endereço para acesso que aqui ficou https://linux:10000 – lembrando que também podemos usar o IP para conectar que no caso seria https://192.168.254.5:10000 sacaram…

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Como estamos usando o HTTPS e o certificado não existe realmente apenas confirmamos para prosseguir.
Depois consertamos isso lá no WEBMIN mudando de https para http ou conexão sem SSL.
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Digite root no usuário
E a senha
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Cool, ai está o WEBMIN.
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Aqui apenas mostrando que localizou atualizações para serem efetuadas e etc.
No demais não ou comentar pois nao é o proposito do tutorial, como usa-lo procure naquele camarada laque sabe de quase tudo, acho que é Google o nome dele. Gente boa.
Até a próxima.

 

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10 Coisas para se pensar antes de comprar um servidor

Eu estava dando uma olhada no site do TechRepublic e me deparei com uma materia muito legal publicada lá, que diz exatamente a frase do post, decidi postar aqui e entao está ela ai apenas traduzida, com creditos para o site e o seu autor que é Brien Posey…

Rack server

1. Disponibilidade de Drivers

Uma das primeiras coisas que você precisa considerar antes de tomar qualquer decisão de compra é se o servidor em que tem interesse tem bom suporte aos drivers de instalação. Você não pode ter nenhuma dificuldade para obter os drivers do sistema operacional, fabricantes como Dell ou HP são bons em suporte de drivers. No entanto, o sistema Linux pode não ser tão prontamente disponível. Tomando um pouco de tempo, para ter certeza de que você não vai ter sofrimento futuro, verifique se o mesmo dará suporte ao Linux e/ou ao sistemas que pretende utilizar.

2. Redundância

Se o servidor que você está comprando será utilizado para um fim de missão crítica, você precisa se certificar de que utiliza peças redundantes para evitar ter um ponto único de falha. Por exemplo, o servidor deve ter pelo menos duas fontes de alimentação de modo que se uma falhar, a outra pode assumir sem que o servidor fique offline. Alguns servidores permitem que você instale um conjunto completo de memória redundante, enquanto outros podem incluir um slot extra que você pode usar para instalar um módulo de memória de reposição. A memória livre é utilizado automaticamente quando ocorre uma falha na memória.

3. Componentes Hot-Swap

No mundo dos 24/7 de TI, ter um servidor nesse regime exige as vezes de troca com ele ligado. Tente certificar-se que o servidor que você escolher usa componentes hot-swappable. Com certeza, nem todos os componentes é hot-swappable. Por exemplo, você não pode trocar uma placa de sistema ou um CPU enquanto o servidor está em execução. No entanto, muitos servidores suportam o uso de hot-swappable discos rígidos, módulos de expansão e fontes de alimentação.

4. FormFactor

Deve ser razoavelmente óbvio que você precisa considerar o “formfactor” do servidor quando decidir comprar, dê importância ao tamanho certo. Se você está comprando um servidor para montagem em rack de servidor, verifique se você tem espaço suficiente em seu rack. Lembre-se que os servidores de 2U e 4U requerem mais espaço em rack que faz um servidor de 1U. Da mesma forma, se você está planejando a compra de um servidor blade, garantir que você tenha um espaço adequado deixado no gabinete de servidor blade.

5. Falha de memória tolerante

Outra coisa que você deve procurar ao comprar um novo servidor é o suporte para as tecnologias de tolerância a falhas de memória, como o Código de Correção de Erro (ECC). memória ECC pode corrigir os erros de memória dinâmica de um único bit. memória ECC pode também detectar (mas não corrigir) erros de bit duplo.

6. Armazenamento

Servidores variam muito em termos de memória interna disponível. Embora a maioria dos servidores no mercado permita a utilização de dois discos rígidos internos, há exceções importantes. Alguns servidores não incluem o armazenamento interno e pode iniciar a partir de uma SAN ou Matrix RAID externa. Por outro lado, alguns dos servidores de maior tamanho inclui suporte para as grandes matrizes de armazenamento interno. Os servidores blade normalmente suportam apenas duas unidades internas, mas de armazenamento pode ser expandida através de um módulo de armazenamento, supondo que haja espaço suficiente no chassi.

7. Suporte de CPU

Você também deve considerar a arquitetura da CPU do servidor. Eu não estou falando sobre a Intel versus AMD (embora isso pode ser importante, também). Estou falando em deixar espaço para o crescimento futuro. Muitos dos servidores no mercado hoje oferecem múltiplos soquetes que podem suportar diversos tipos de processadores. As empresas normalmente fazem uma decisão de compra baseado em quantos núcleos do processador que eles precisam agora. No entanto, é uma boa ideia comprar um servidor que permite que você adicione CPUs além do existente caso ocorra necessidade. Por exemplo, você pode começar com CPUs quad-core e depois atualizar a seis-core ou processadores de oito núcleos no futuro. Da mesma forma, você pode inicialmente preencher um soquete do processador, mas acrescentar um outro CPU, quando necessário.

8. Conectividade

É fácil esquecer a conectividade de rede quando se compra um servidor, pois cada servidor no mercado inclui a rede integrada. No entanto, a conectividade de rede torna-se muito mais importante se o servidor vai atuar como um nó de cluster ou como um servidor de host de virtualização. Clustering e virtualização tipicamente requerem mais adaptadores de rede de um servidor autônomo faz. Em tais casos, um servidor provavelmente não terá um número suficiente de adaptadores de rede por padrão, mas você precisa se certificar de que tem capacidade para acomodar adaptadores de rede adicionais necessários.

9. Capacidade de memória

Se você planeja usar o seu novo servidor como um host de virtualização, considere a quantidade de memória que o servidor pode suportar. A memória é o recurso mais importante em um ambiente de servidor virtual, por isso você deve garantir que o servidor inclui memória suficiente para suportar todos os sistemas operacionais convidados sem skimping de memória.

10. Gerenciamento

Se você tiver mais do que um punhado de servidores em seu data-center, certifique-se que o seu servidor suporta o gerenciamento (tanto no hardware como a nível software). A maioria dos servidores na gestão de hardware de apoio ao mercado por meio de IPMI, que é um protocolo de gerenciamento padronizado. Mas as ferramentas de gerenciamento de software tendem a ser proprietário, e um software de gestão normalmente não irá funcionar com servidores de outro fabricante, então tente padronizar sempre que possível e manter o gerenciamento sempre em dia.

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Configurando o melhor servidor DNS para sua rede

Se este artigo fosse publicado há uns 2 ou 3 anos atrás, tenho certeza de que ainda veria muita gente comentando que nunca se interessou em modificar o servidor DNS usado para conectar-se à internet. Mas depois que o Google lançou os seus próprios endereços de DNS alegando serem mais velozes e seguros (aspectos que essa empresa usa para “vender” qualquer um dos seus produtos hoje em dia), uma grande quantidade de usuários se interessou pela coisa, mas ficou na dúvida se valeria a pena mudar. E com razão.

Afinal de contas, como saber se o DNS do Google é mais veloz que o de muitos provedores de internet (ou ISPs), que são o padrão da maioria dos usuários? Ou ainda: como saber se ele consegue superar a eficiência do OpenDNS, que já é bastante usado ao redor do mundo no lugar dos endereços padrão de muitos ISPs? Embora não seja fácil para usuários comuns determinarem isso por conta própria, existem ferramentas gratuitas que podem ajudá-los a fazer isso.

Uma delas é a namebench, criada por um funcionário do Google e bastante fácil de usar. Ela pode usar o próprio histórico do seu navegador para determinar qual o melhor servidor DNS para você, baseando-se na sua conexão atual com a realização de mais de 200 testes em diferentes endereços, incluindo os dos ISPs que operam na mesma região onde está. Além disso, usá-la é muito simples: basta escolher a fonte dos sites em que ela realizará testes e deixar as demais opções como vieram por padrão — a não ser que você seja um administrador de rede e queira analisar os resultados ao seu modo.

dns01-site

Clicando em Start Benchmark, os testes são realizados com base nas suas escolhas. Dependendo da sua conexão, o namebench exibirá o melhor servidor DNS para você em cerca de dez minutos na sua própria janela — sem falar que ele gera um relatório detalhado numa janela do seu browser. Aqui em casa, a minha própria rede local usando DNS atribuido pelo ISP, foi o mais veloz; logo, ele é o melhor servidor para mim, de forma que eu não preciso fazer nenhuma mudança.

dns02-programa

dns03-conf_do_programa

dns04-teste_em_andamento

Entretanto, é óbvio que esses resultados mudam de região para região, então convém que você faça os testes na sua conexão com a internet. O namebench está disponível para Mac OS X, Linux e Windows em um projeto open source do Google Code: caso queira rodá-lo por aí, não deixe de nos contar qual foi o servidor DNS sugerido para você nos comentários.

dns05-resultados

Crédito do texto 1: Silvio Sousa Cabral | Site: macmagazine.com.br | Parte do texto do Silvio foi editado

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Instale e configure o Google Apps para seu domínio/site

Google Apps é um serviço do Google para uso de domínios próprios em diversos produtos oferecidos pela rede Google. Este serviço apresenta muitas aplicações via Internet com funcionamento similar aos tradicionais programas para escritório; os módulo s do Google APPS são: Gmail, Google Agenda, Talk, Docs e Sites.

O Google Apps é um exemplo de computação em nuvem, acessível para pequenas empresas – tem uma versão gratuita até 50 usuários.

Vejam que neste tutorial, por ele ser bastante extenso eu não me deti a detalhes cujo vocês devam saber exatamente para que serve ou pelo menos uma noção um pouco melhor de como funciona o sistema. É bastante semelhante ao Live Domains da Microsoft.

googleapps_conf_01

Para que você tenha acesso a manipular o google apps o painel de controle  de sua hospedagem deve ter recursos tais quais os citados na figura ao lado.
 
1. Habilidade de editar configurar DNS de forma avançada
2. Habilidade de editar e configurar o servidor MX
3. Habilidade de editar e configurar a autenticação de e-mail (SPF) para evitar spam e problemas de envio de e-mail

googleapps_conf_02

Para iniciar a instalação do Google Apps em seu domínio vá ate o site do Apps – www.google.com/a – conforme a imagem ao lado mostra procure pelo link mostrado, no caso Goggle Apps PADRAO

googleapps_conf_03

Na página seguinte estará indicando as diferenças básicas entre o modo profissional ( pago ) e o modo standarlone ( 0800 ).
 
Sendo assim como bons bRASILEIROS, escolhemos o modo gratuito do sistema no qual atende perfeitamente bem a qualquer empresa.
 
Clique em PRIMEIROS PASSOS

googleapps_conf_04

Para que seja iniciado a instalação teremos que concordar com a administração do domínio sendo feito por você, e em seguida insira corretamente o domínio. conforme ilustra a imagem ao lado.

googleapps_conf_05 

Preencha com seus dados

  googleapps_conf_06

Insira qual será o login que será administrador do domínio no Apps.
 
Coloque uma senha
 
LEIA O CONTRATO TODINHO VIU !!!!!!!
 
Aceite e prossiga para próxima etapa

googleapps_conf_07

Quase cadastrado, temos algo novo para fazermos.
 
Para habilitar o Apps em seu domínio ele precisa verificar se ele realmente é seu, para isso podemos usar 2 forma, criando um HTML ou editando diretamente o DNS.
 
Para tal ele exige que na edição de domínio criemos um CNAME diretamente na nossa tabela. Para tal, precisaremos acessar nosso painel de controle e inserir tal linha.
 
Seleciona a forma CNAME de verificação

googleapps_conf_08

Ele me da uma STRING onde lá no painel de controle eu edito diretamente.
 
Aconselho a abrir 2 abas ou 2 instancias do navegador para efetuar essa configuração, pois você vai precisar copiar e colar.

googleapps_conf_09

veja no destaque que:
 
1. Ele pede a confirmação obrigatoriamente
 
2. Todos os serviços estão inativos

googleapps_conf_10

Voltando ao nosso painel de controle, Vejam que no meu CPanel ( hospedagem linux ), é oferecido a opção de editar no modo avançado a tabela DNS.

googleapps_conf_11

Insira os dados da verificação, observe que:
 
TTL: tempo de verificação apos a ultima verificação, eu costumo usar em média 3600 segundos que da 1 hora. Pode-se usar 14400 que é o padrão no caso 4 horas. Em fim escolha pessoal.

googleapps_conf_12

Adicionado corretamente, agora podemos voltar ao Apps e verificar nosso domínio. clique lá no link de verificar e observe que a tela mudou agora para a da próxima imagem.

googleapps_conf_13

Ao clicar no link de verificar a tela muda para a seguir

googleapps_conf_14

Veja que esta em processo de verificação, geralmente ocorre em alguns minutos. Caso teu servidor seja bem lento ou o link comprometido esse prazo se estende para ate 48 horas.
 
Todos os serviços no caso. levam até 48 horas para estarem 100% funcionais, mas nunca me ocorreu isso no máximo em 1 hora já esta tudo OK.

googleapps_conf_15

Conta verificada, e em processo de atualização.
 
Observe que o e-mail ele fica desativado por padrão.

googleapps_conf_16

Clique em ativar para começarmos a editar as configurações do nosso e-mail.

googleapps_conf_17

Sendo assim, novamente o Apps me da algumas configurações rápidas para fazer-mos no domínio para que o serviço de e-mail funciona corretamente.
 
Ele exige isso já que o serviço de e-mail trabalha entranhado com o domínio que esta em outro servidor.
 
Copie para colar depois o primeiro servidor da lista. observe que pode se acrescentar mais servidores depois diretamente no painel de controle.

googleapps_conf_18

Voltamos ao painel de controle do domínio. Procure pela opção de editar servidor de e-mail, no caso MX

googleapps_conf_19

Edite a linha do servidor MX com aquele servidor que o Apps nos sugeriu da lista dele.
 
No caso – aspmx.l.google.com

googleapps_conf_20

Alterado com sucesso fica assim como mostra a figura ao lado.

googleapps_conf_21

Agora uma parte crítica que poucos dão importância.
 
Dizer que nosso servidor é confiável ao mundo.
 
Para tal tarefa, precisamos editar a linha de SPF da hospedagem, Clique lá na autenticação de servidor. no meu caso aqui é essa opção.
 
Observe na área marcada que:
 
1. Não temos nenhuma indicação do google
2. No INCLUDE não temos a opção do google

googleapps_conf_22

Despois de editar corretamente ficará assim.

googleapps_conf_23

Então verifique se as alterações foram efetuadas corretamente.
 
Clique em verificar !

googleapps_conf_24

Já funcional, podemos começar a usar o nosso e-mail tranquilamente a editar e a criar os usuários e serviços. Porem veja que o endereço esta funcionando de forma direta com o google e não passando pelo nosso domínio

googleapps_conf_25

Para efetuar as modificações necessárias, clique no serviço que deseja alterar e você será encaminhado para pagina da figura ao lado. procure pela opção de alterar endereço conforme mostra no destaque.

googleapps_conf_26

Coloque o endereço (CNAME) que deseja para o serviço. No caso aqui como estou editando e-mail, nada mais logico que usar mail ou e-mail como CNAME.

googleapps_conf_27

Novamente como fizemos quando foi verificar o domínio temos que ir no painel de administração do domínio e acrescentar o cname que estamos pretendendo usar

googleapps_conf_28

Editando……….

googleapps_conf_29

E voilá, perfeitamente configurado.
 
‘veja que você pode fazer isso com os serviços adicionais’

googleapps_conf_30

E finalmente nossa tela de GMail (Apps) configurado para o domínio, verifique na figura ao lado que o e-mail que estamos usando e do nosso domínio, que mais ao lado temos o link de administração (não aparece em usuários comuns).
 
Have a bom uso !

a

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Windows Live Domain

Windows Domains Live, pra quem não sabe, é um serviço da Microsoft onde é possível hospedar os e-mails/MSN de seu domínio nos servidores da Microsoft Live Mail, pelo que eu testei o serviço é bastante estável e funciona muito bem. O Live Mail tem um serviço bastante confiável e é o segundo serviço de e-mail mais utilizado no mundo, perdendo somente para o Yahoo Mail. A configuração é extremamente simples, basta alterar as entradas MX e outras entradas de DNS de seu domínio.

 

Existe uma limitação de até 500 contas de e-mail por domínio criado, acredito que atenderá mais de 90% de quem tem domínio registrado. Usando sua conta no LIVE é possível adicionar vários domínios para usar com o serviço. Deixando de bla bla bla, vamos ao tutorial, Estou dando apenas uma explanação rápida pois quem for usar esse recurso já deve ter alguma experiência com domínios e etc. então não irei me deter aos detalhes e sim aos passos de cada opção que for apresentada.

 

Domains_Live_01 1. Acesse o portal do Windows Live Domains ( http://domains.live.com ) e clique onde está marcado para acessar a página de cadastramento de site para seu domínio.

Primeiros passos – Inicia o processo de cadastramento de seu domínio.

Domains_Live_02 2. completamos o campo com o domínio, no caso meu domínio de teste pessoal que é brinsley.me

3. E indico que quero o serviço de e-mail para meu domínio no campo abaixo.

Domains_Live_03 4. Indica se o domínio requerido para o LIVE é esse mesmo, indicando o serviço que acompanha e o ID do administrador do domínio.

5. Aqui você concorda e prossegue com a conclusão do domínio no LIVE

Domains_Live_04 6. Indica já a modificação que você terá que fazer no seu domínio ( painel de controle do domínio ) para que o MX que é o servidor de e-mail fique funcionando corretamente. Em contrapartida, essa modificação ja afeta a confirmação da administração para seu ID no LIVE. Observe na imagem…

7. Logo abaixo existe o lembrete de colocar em seu painel de controle de domínio, o INCLUDE, ou seja o outro servidor que tem permissão de trabalhar em paralelo com seu servidor, o que além de causar menos erros de SPF ( que são as devoluções de e-mail ) faz com que ele trabalhe mais rapidamente.

Domains_Live_05 8. Esse ponto e variável pois depende muito da configuração e da maneira de você administrar seu domínio, no meu caso utilizo CPANEL. Então acessamos nosso painel de controle do nosso domínio.

9. Na seção de SERVICOS DE MENSAGEM ( EMAILS ) temos as duas opções que iremos utilizar. Servidor MX que é o serviço de e-mail citado anteriormente. no qual vamos efetuar a modificação que o WLD sugeriu.

10. A adição do domínio HOTMAIL.COM na parte include (Bloco TXT) para que o serviço de SPF funcione corretamente. ( proteção contra SPAM e uso indevido do domínio ) ALTAMENTE RECOMENDAVEL

Domains_Live_06 11. Indicando qual meu servidor MX atual.

12. E no meu caso o lugar especifico para se editar essa entrada de DNS

Domains_Live_07 13. Indicação de onde se adicionar a entrada INCLUDE no CPanel para o endereço HOTMAIL.COM

Note que essa entrada e uma adição.

Domains_Live_08 14. Através do meu painel de controle tenho a possibilidade de verificar a configuração completa do meu DNS.

Observe a linha completa do SPF onde indica o INCLUDE do HOTMAIL.COM. Assim nosso domínio trabalhará sem problemas algum.

Domains_Live_09 15. Na figura 04, temos uma configuração adicional que pode ser feita no domínio, para que o serviço de Messenger trabalhe melhor, isso não tenho como fazer diretamente com o CPanel. Porem um e-mail simples com meu administrador de hospedagem resolveu a questão.

Em 5 minutos ele me deu a configuração feita, com uma tela de conferencia. conforme esta sendo mostrada ao lado

Domains_Live_10 Trabalho feito.

So utilizar agora. Descobrir os detalhes e trabalhar de forma rápida e pratica com e-mail/Messenger

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