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Utilitários de rede em linha de comando para Windows
Posted by Brinsley P. Aragão in Blog, Client/Server, Dicas, Rede, Segurança, Sistema Operacional, Software on 07/09/2011
Alguns comandos para serem usados no prompt de comando que ajudam bastante qualquer admin de rede:
- getmac − Mostra o mac de todas as placas de rede disponíveis.
- hostname − Mostra o nome do computador/hostname.
- ipconfig − Informa as configurações sobre os ajustes de TCP/IP, também serve para aplicar o flushDNS ou renovar o IP.
- nbtstat − Mostra as estatísticas sobre o protocolo TCP/IP atualmente e também as conexões usando NetBIOS sob TCP/IP.
- net − Configura e interage com diversas funções de rede do Windows.
- netsh − Um poderoso comando que facilita a configuração e ajuste de diversas opções da interface de rede.
- netstat − Mostra o estado atual da estatística de rede, como portas abertas, rota de mapeamento e etc.
- nslookup − Para diversos testes para resolução de problemas relacionados com servidores de DNS.
- pathping − Usado para resolução de problemas de rede.
- ping − Simples comando para verificação de problemas de rede.
- route − Manipula com destreza a tabela de roteamento do computador atual.
- tracert − Ajuda a identificar e corrigir diversos problemas entre redes de computadores e/ou conexões traçando toda a rota da origem até um destinatário específico.
Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04
Posted by Brinsley P. Aragão in Client/Server, Rede, Sistema Operacional on 17/07/2011
Olá
Bem, este é um tutorial de como instalar com perfeição uma ferramenta de administração para linux chamada WEBMIN, eu fiz o tutorial usando o Ubuntu Server versão 11.04 no VirtualBOX, e para conexão remota usei o Putty.
Não me deti a detalhes mais básicos pois como é uma ferramenta para usuario já com um certo conhecimento eu me deti o passo-a-passo apenas na instalação que é onde existem os detalhes para bom funcionamento.
No tutorial seguem 2 vídeos, um com apenas a instalação do Ubunto Server e o outro com a instalação do WEBMIN. E um arquivo TXT com resumo dos comandos para copiar e colar no Putty e para rápida referência de instalação.
| ESTOU USANDO AGORA O SISTEMA DE VÍDEO DO VIMEO POIS ALÉM DA QUALIDADE SER MELHOR CARREGA TAMBEM MAIS RÁPIDO. ASSISTINDO O VIDEO DO SITE DO VIMEO VOCE CONSEGUE UMA ALTA QUALIDADE SEM PRECISAR EFETUAR DOWNLOAD. |
Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 1
Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 2
Arquivo com os comandos já feitos – DOWNLOAD
Ubiquiti Rocket M5, uma evolução do Bullet HP2…
Posted by Brinsley P. Aragão in Client/Server, Hardware, Rede on 07/06/2011
Depois de quase 100 comentários sobre o nosso querido Bullet, estou aqui novamente com mais um belo hardware da UBNT - Rocket M5 – Esse aparelho realmente veio tão bom quando o bullet que testei e ainda uso desde então. Ele tem uma série de características que visam melhorar e muito tudo que já era feito anteriormente pelos rockets mais antigos, ou de gerações passadas. Como Velocidade, Padrão de acesso e etc.
Informações gerais sobre o Rocket M5:
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Trabalhando na frequência de 5GHz
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Baixa latência
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Dupla polarização Linear e MIMO
O MIMO é o protocolo 802.11n que permite transmissão bi-polarizadas (transmitem na Vertical e na Horizontal) em uma mesma frequência sem interferência entre elas e utilizam também os sinal que refletem em objetos ou pontos pertos como reforço de sinal. Isto permite que seja alcançadas bandas passantes reais de 150, 300 ou até 600Mbps. Está em estudo já o de 1.200Mbps.
MIMO 2X2 = Utiliza 2 antenas bi-polarizadas em cada ponto (Servidor <> Cliente) transmitindo e recebendo na Horizontal + Vertical simultaneamente. São parcialmente compatíveis com 802.11 a,b,g.
MIMO 3X1 = Utiliza 3 antenas em sequência com simples polarização em cada ponto (Servidor <> Cliente), porem as 2 antenas externas transmitem e a do centro recebe.
MIMO 4X4 = utiliza 2 conjuntos de equipamentos MIMO 2X2.
N-Streaming é um protocolo proprietário da MikroTik que transmite da Vertical e recebe na Horizontal, nada tendo a ver com o protocolo 802.11n
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Transferências acima dos 100Mbps (max. de 150Mbps)
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Para links acima de 50KM
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Parte frontal da caixa. |
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Bem feita a caixa assim como seu interior que é bem protegido com suspenção independente. |
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Parte de trás da caixa, mostrando o conteúdo e informações de como acessar o configurador. |
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Conteúdo que acompanha o Rocket M5:
1. Rocket M5 |
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O adaptador PoE Bem construído, é bem pesadinho, passa robustez de bem feito… |
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O rocket
Assim como o bullet tem o medidor de sinal, de ligado e de link… |
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As duas saídas para as antenas. Com o protetor |
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Sem o protetor |
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Entrada do cabo de rede + USB |
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O rocket ligado no PoE |
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Tela de login simplista como tem que ser |
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Tela principal de quando se faz login no rocket. Veja que todas as informações pertinentes estão aqui com acompanhamento através de dois gráficos bastantes pertinentes. Velocidade, tipo de conexão e etc. tudo bem organizado |
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Nesta tela podemos configurar toda a parte de Wi-Fi, vai desde do simples nome do SSID até potencia de saída, notem na área destacada que vai ate 27dpm de potencia, juntamente com a máxima taxa de transferência de dados que é 150Mbps no caso modo N de funcionamento |
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Configuração da Rede, e método de operação |
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1. Calculadora automática do ACK, isso e muito bom para mantermos um bom comportamento da rede, quando bem usado claro… 2. programação dos leds para saber como esta a comunicação entre o rocket e o ponto mais fraco d outra conexão
3. Detalhe para a linda palavrinha TRAFICSHAPE ON/OFF |
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Configurações dos serviços disponíveis como SMTP, Telnet e etc |
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Configurações gerais do Rocket |
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Em português, se assim desejar…. |
Configurando um MIKROTIK com 2 redes distintas e 1 modem ADSL em modo bridge
Posted by Brinsley P. Aragão in Client/Server, Mikrotik on 13/03/2011
Esse é mais um tutorial de como montar/configurar um mikrotik com duas redes separadas, um delas para clientes e uma para escritório/casa por exemplo. E a outra rede destinada para clientes. Utilizando uma conexão ADSL de uma operadora qualquer, no caso desse tutorial utilizei o link da GVT.
O objetivo de ser assim a configuração e dar liberdade para que utilizemos o mínimo de “hubs” ou pontos de roteamentos para ambas as redes. Obter através de um único roteador dinâmica para ter 2 redes separadas e funcionando paralelamente sem misturar o escritorio/casa de seus clientes sejam eles wi-fi ou cabo ou vpn. Tudo isso passando pelo mesmo canal de comunicação.
O básico, mas altamente funcional está pronto. Espero que opinem e que esse tutorial sirva bem para começarem a trabalhar com o MK, em breve postarei mais coisas a respeito.
Configurando o melhor servidor DNS para sua rede
Posted by Brinsley P. Aragão in Client/Server, Dicas, Rede on 08/10/2010
Se este artigo fosse publicado há uns 2 ou 3 anos atrás, tenho certeza de que ainda veria muita gente comentando que nunca se interessou em modificar o servidor DNS usado para conectar-se à internet. Mas depois que o Google lançou os seus próprios endereços de DNS alegando serem mais velozes e seguros (aspectos que essa empresa usa para “vender” qualquer um dos seus produtos hoje em dia), uma grande quantidade de usuários se interessou pela coisa, mas ficou na dúvida se valeria a pena mudar. E com razão.
Afinal de contas, como saber se o DNS do Google é mais veloz que o de muitos provedores de internet (ou ISPs), que são o padrão da maioria dos usuários? Ou ainda: como saber se ele consegue superar a eficiência do OpenDNS, que já é bastante usado ao redor do mundo no lugar dos endereços padrão de muitos ISPs? Embora não seja fácil para usuários comuns determinarem isso por conta própria, existem ferramentas gratuitas que podem ajudá-los a fazer isso.
Uma delas é a namebench, criada por um funcionário do Google e bastante fácil de usar. Ela pode usar o próprio histórico do seu navegador para determinar qual o melhor servidor DNS para você, baseando-se na sua conexão atual com a realização de mais de 200 testes em diferentes endereços, incluindo os dos ISPs que operam na mesma região onde está. Além disso, usá-la é muito simples: basta escolher a fonte dos sites em que ela realizará testes e deixar as demais opções como vieram por padrão — a não ser que você seja um administrador de rede e queira analisar os resultados ao seu modo.
Clicando em Start Benchmark, os testes são realizados com base nas suas escolhas. Dependendo da sua conexão, o namebench exibirá o melhor servidor DNS para você em cerca de dez minutos na sua própria janela — sem falar que ele gera um relatório detalhado numa janela do seu browser. Aqui em casa, a minha própria rede local usando DNS atribuido pelo ISP, foi o mais veloz; logo, ele é o melhor servidor para mim, de forma que eu não preciso fazer nenhuma mudança.
Entretanto, é óbvio que esses resultados mudam de região para região, então convém que você faça os testes na sua conexão com a internet. O namebench está disponível para Mac OS X, Linux e Windows em um projeto open source do Google Code: caso queira rodá-lo por aí, não deixe de nos contar qual foi o servidor DNS sugerido para você nos comentários.
Crédito do texto 1: Silvio Sousa Cabral | Site: macmagazine.com.br | Parte do texto do Silvio foi editado