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O que importa na hora de comprar uma câmera digital?

Numa dessas minhas zapeadas pela internet eu acabei lendo esse artigo que estou disponibilizando aqui por completo sem alterações de uma reportagem belissima da PCWorld USA.

Tim Moynihan, PCWorld EUA – 04-07-2011

Telas grandes e muitos megapixels podem parecer importantes, mas há outros recursos que vão lhe trazer mais benefícios. Uma década após o início da revolução da fotografia digital, ainda há muitas pessoas que acreditam que mais megapixels são sinônimo de fotos melhores. Mas recursos que ajudem você a fazer fotos de alta-qualidade, inicialização rápida e controles fáceis de usar são mais importantes. Veja o que você deve levar em conta antes de comprar.

O que não importa

Zoom digital: a tecnologia de zoom digital está ficando cada vez melhor, mas funções como “zoom digital”, “zoom aprimorado”, “zoom inteligente” ou outros nomes criativos ainda fazem a mesma coisa de sempre: recortam uma porção do centro da imagem e a redimensionam, o que reduz a resolução e a nitidez da imagem resultante. Você pode fazer a mesma coisa usando um editor de imagens (como o Photoshop ou Gimp), geralmente com resultados melhores.

Zoom óptico, entretanto, é extremamente útil, especialmente para tirar fotos à distância de crianças e animais em seu “habitat” natural, sem recorrer a poses forçadas. 3x é o mínimo encontrado nas câmeras domésticas, 6x já é um bom número.

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Zoom digital não importa. Mas zoom óptico como o de 24x da Panasonic Lumix FZ40 é muito útil

Estabilização digital de imagem: já vimos câmeras com sistemas de estabilização ópticos e mecânicos incrivelmente eficazes. Mas estabilização digital? Não presta.

Esta técnica funciona de duas formas: Nas fotos a câmera pode levar a sensibilidade à luz (ISO) a níveis elevados, possibilitando o uso de uma velocidade menor do obturador, mas com potencial para produzir ruído na imagem. Já nos vídeos ela funciona como o zoom digital, recortando uma porção do centro da imagem e aumentando-a, e usando o restante da cena como um “buffer” para garantir que o centro da imagem pareça sempre estável. Em ambos os casos, a qualidade sofre.

Embora nunca tenhamos ficado impressionados com uma câmera que equipada apenas com estabilização digital, constatamos que câmeras que combinam esta técnica com estabilização mecânica ou óptica são no geral bastante eficientes.

Tamanho e resolução da tela: queira ou não, as câmeras domésticas praticamente não tem mais visores (viewfinders) ópticos, e telas LCD de 3 ou mais polegadas são comuns. Estas telas são ótimas para rever as imagens e fazer a composição das cenas, mas podem drenar a bateria mais rapidamente.

Além disso, um LCD de alta-resolução e pequeno tamanho podem fazer com que suas fotos pareçam melhores do que realmente são, e ocultar defeitos como falta de nitidez. E você só irá notar isso quando descarregar as imagens em seu computador, ou seja, quando já tiver perdido a chance de bater a foto. Nunca confie no preview em tela cheia, sempre amplia as imagens para “tamanho real” no LCD para saber se realmente estão boas ou não. Também não julgue exposição e fidelidade de cor pelo LCD: use a função de Histograma da câmera (consulte o manual).

O que às vezes importa

Megapixels: você não deve ignorar esta medida completamente, mas tenha em mente que ela é muito mais importante no mundo das DSLRs e câmeras de sensores grandes do que nos modelos domésticos.

Muitas pessoas acreditam que o número representa a qualidade da imagem, e que maior é melhor, mas na prática ela é uma simples medida do tamanho da imagem em pixels, e mais importante na hora de calcular o tamanho máximo com o qual ela poderá ser impressa sem perda notável de definição.

Para se ter uma idéia, uma câmera de 3 MP já tem resolução suficiente para impressões no tamanho mais comum, 10 x 15 cm. Muitos megapixels são importantes se você pretende imprimir imagens em grandes formatos (como pôsteres), ou pretende recortar e ampliar porções de uma imagem. Nesse caso, uma imagem maior lhe dá mais flexibilidade e uma margem maior para trabalhar com segurança.

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Feita com uma câmera de 12 MP, esta foto pode ser impressa em até 33 x 25 cm sem perda nenhuma de resolução (clique para ampliar)

Em câmeras com sensores pequenos, como as câmeras domésticas ou as de celulares, resoluções altas demais podem levar a fotos com muito ruído, e resultam em arquivos maiores, o que diminui o número de imagens que você pode armazenar no cartão de memória e limita sua habilidade de compartilhá-las via e-mail ou redes sociais sem ter de redimensioná-las em um editor de imagens antes. Apenas as câmeras DSLR tem óptica poderosa e sensores do tamanho necessários para realmente capturar imagens de alta qualidade em alta resolução.

Gravação de vídeo em alta-definição: você pode se interessar por uma câmera porque ela grava vídeo em “alta-definição”, mas nem todos os vídeos de alta-definição tem a mesma qualidade, mesmo os em “Full HD” (1080p). De forma similar aos megapixels, 720p e 1080p são simplesmente referências ao número de linhas horizontais na imagem. A qualidade da imagem depende de outros fatores como a taxa de dados (bitrate), número de quadros por segundo (framerate), qualidade da lente e do sensor, algoritmo usado na compressão das imagens (codec),  e muitas outras variáveis.

A qualidade de vídeo é difícil de quantificar e generalizar. Já vimos tanto câmeras domésticas quanto DSLRs que gravam ótimos clipes, mas também muitos modelos que desapontam. Nossa sugestão é gravar um pequeno clipe na loja e pedir para o vendedor reproduzí-lo numa TV de alta-definição. Se isso não for possível, procure na internet por reviews que contenham amostras do vídeo, a maioria dos sites especializados faz isso. Pesquise por algo como “nome_da_camera video sample”

ISO: este é outro número que vale muito mais no mundo das DSLRs. A maioria das câmeras domésticas atuais tem níveis de sensibilidade à luz assombrosos – geralmente até ISO 6400 ou ISO 12800 – mas seus pequenos sensores se aquecem rapidamente, o que adiciona muito ruído à imagem a partir de ISO 400. DSLRs podem ligar com ISO alto de forma muito mais eficaz, graças em parte aos sensores com maior superfície.

Se fotos sob pouca luz e cenas de ação (como esportes) são importantes para você, então uma DSLR com ISO alto será uma boa escolha. Mas se você quer uma câmera doméstica, procure um modelo com um “modo noturno” especializado, que faça mais do que simplesmente aumentar o ISO.

O que sempre importa

Botões para controle manual: se você quer levar a fotografia a sério, não precisa começar comprando uma DSLR. Você pode economizar dinheiro e ainda aprender muito comprando uma câmera compacta com controles manuais completos de abertura, obturador, foco e compensação de exposição. É uma boa idéia experimentar com estas opções para ganhar experiência antes de gastar uma boa grana em uma DSLR.

Uma câmera com botões manuais e seletores é uma boa idéia por algumas razões: eles tornarão o uso de uma DSLR mais intuitivo, e os controles manuais baseados em telas de toque ainda não estão em sua melhor forma.

Inicialização rápida e modo “burst”: o atraso do obturador não é mais um problema. No geral, todas as câmeras focam rapida e automaticamente assim que você pressiona o botão do obturador pela metade, e batem a foto imediatamente em sequência.

Ainda assim, as câmeras modernas às vezes lhe fazem perder uma foto de algumas formas: uma inicialização lenta é uma delas: a câmera “demora para ligar” e até ela estar pronta o momento já passou. Procure câmeras que estejam prontas para fotografar em cerca de um segundo e meio.

O “modo burst” ou “modo contínuo” é outro fator injustamente ignorado. Mesmo que você não seja um fotógrafo de esportes ou ação, a capacidade se segurar o botão do obturador e fotografar continuamente podem ajudá-lo a capturar a imagem perfeita de um bichinho de estimação hiperativo ou um bebê inquieto. O ideal é um modo contínuo de 3 fotos por segundo ou mais, mas tenha em mente que neste modo algumas câmeras reduzem a resolução da imagem para aumentar a velocidade de processamento.

Recursos que atendam às suas necessidades: não faz sentido comprar uma Ferrari se você só precisa de um carro para levá-lo até a padaria a 60 Km/h. Da mesma forma, a coisa mais importante a levar em conta antes de comprar uma câmera é como você irá usá-la e quais os recursos que melhor atendem às suas necessidades (e seu bolso).

Quem gosta de fotografar esportes ou a animais silvestres precisa de zoom com longo alcance e um modo contínuo rápido. Se você quer levar a câmera nas férias, estará melhor servido com um modelo resistente que seja capaz de fotografar debaixo da água, ou com um GPS capaz de marcar automaticamente o local onde as fotos foram tiradas.

 

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A Sony Alpha NEX-5 é um exemplo de câmera compacta com lentes intercambiáveis

Se você quer uma câmera de alta-qualidade, porém mais portátil que uma DSLR, procure uma câmera compacta com lentes intercambiáveis ou uma câmera doméstica com controles manuais. E se você quer algo substancialmente melhor que a câmera de um celular, procure por um modelo com controles manuais, um modo contínuo rápido ou um zoom acima da média.

A boa notícia é que câmeras digitais tendem a manter seu valor por muito mais tempo que outros eletrônicos. Na hora de um upgrade, você provavelmente poderá cobrir boa parte do custo da câmera nova vendendo a antiga. Basta cuidar bem dela.

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Ubiquiti Rocket M5, uma evolução do Bullet HP2…

Rocket-M5Olá

Depois de quase 100 comentários sobre o nosso querido Bullet, estou aqui novamente com mais um belo hardware da UBNT -  Rocket M5 – Esse aparelho realmente veio tão bom quando o bullet que testei e ainda uso desde então. Ele tem uma série de características que visam melhorar e muito tudo que já era feito anteriormente pelos rockets mais antigos, ou de gerações passadas. Como Velocidade, Padrão de acesso e etc.

 

 

Informações gerais sobre o Rocket M5:

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  • Trabalhando na frequência de 5GHz
  • Baixa latência
  • Dupla polarização Linear e MIMO

O MIMO  é o protocolo 802.11n que permite transmissão bi-polarizadas (transmitem na Vertical e na Horizontal) em uma mesma frequência sem interferência entre elas e utilizam também os sinal que refletem em objetos ou pontos pertos como reforço de sinal. Isto permite que seja alcançadas bandas passantes reais de 150, 300 ou até 600Mbps. Está em estudo já o de 1.200Mbps.

MIMO 2X2 = Utiliza 2 antenas bi-polarizadas em cada ponto (Servidor <> Cliente) transmitindo e recebendo na Horizontal + Vertical simultaneamente. São parcialmente compatíveis com 802.11 a,b,g.

MIMO 3X1 = Utiliza 3 antenas em sequência com simples polarização em cada ponto (Servidor <> Cliente), porem as 2 antenas externas transmitem e a do centro recebe.

MIMO 4X4 = utiliza 2 conjuntos de equipamentos MIMO 2X2.

N-Streaming é um protocolo proprietário da MikroTik que transmite da Vertical e recebe na Horizontal, nada tendo a ver com o protocolo 802.11n

  • Transferências acima dos 100Mbps (max. de 150Mbps)
  • Para links acima de 50KM

Datasheet do Rocket M5

 

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Parte frontal da caixa.

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Bem feita a caixa assim como seu interior que é bem protegido com suspenção independente.

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Parte de trás da caixa, mostrando o conteúdo e informações de como acessar o configurador.

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Conteúdo que acompanha o Rocket M5:

1. Rocket M5
2. Adaptador PoE Ubnt
3. Cabo de força para o PoE
4. Abraçadeira para o Rocket ( Adorei mesmo isso ter vindo com o Kit )

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O adaptador PoE

Bem construído, é bem pesadinho, passa robustez de bem feito…

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O rocket

Alegre

Assim como o bullet tem o medidor de sinal, de ligado e de link…

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As duas saídas para as antenas.

Com o protetor

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Sem o protetor

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Entrada do cabo de rede + USB

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O rocket ligado no PoE

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Tela de login simplista como tem que ser

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Tela principal de quando se faz login no rocket.

Veja que todas as informações pertinentes estão aqui com acompanhamento através de dois gráficos bastantes pertinentes. Velocidade, tipo de conexão e etc. tudo bem organizado

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Nesta tela podemos configurar toda a parte de Wi-Fi, vai desde do simples nome do SSID até potencia de saída, notem na área destacada que vai ate 27dpm de potencia, juntamente com a máxima taxa de transferência de dados que é 150Mbps no caso modo N de funcionamento

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Configuração da Rede, e método de operação

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1. Calculadora automática do ACK, isso e muito bom para mantermos um bom comportamento da rede, quando bem usado claro…

2. programação dos leds para saber como esta a comunicação entre o rocket e o ponto mais fraco d outra conexão

 

3. Detalhe para a linda palavrinha TRAFICSHAPE ON/OFF

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Configurações dos serviços disponíveis como SMTP, Telnet e etc

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Configurações gerais do Rocket

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Alegre

Em português, se assim desejar….

 

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10 Coisas para se pensar antes de comprar um servidor

Eu estava dando uma olhada no site do TechRepublic e me deparei com uma materia muito legal publicada lá, que diz exatamente a frase do post, decidi postar aqui e entao está ela ai apenas traduzida, com creditos para o site e o seu autor que é Brien Posey…

Rack server

1. Disponibilidade de Drivers

Uma das primeiras coisas que você precisa considerar antes de tomar qualquer decisão de compra é se o servidor em que tem interesse tem bom suporte aos drivers de instalação. Você não pode ter nenhuma dificuldade para obter os drivers do sistema operacional, fabricantes como Dell ou HP são bons em suporte de drivers. No entanto, o sistema Linux pode não ser tão prontamente disponível. Tomando um pouco de tempo, para ter certeza de que você não vai ter sofrimento futuro, verifique se o mesmo dará suporte ao Linux e/ou ao sistemas que pretende utilizar.

2. Redundância

Se o servidor que você está comprando será utilizado para um fim de missão crítica, você precisa se certificar de que utiliza peças redundantes para evitar ter um ponto único de falha. Por exemplo, o servidor deve ter pelo menos duas fontes de alimentação de modo que se uma falhar, a outra pode assumir sem que o servidor fique offline. Alguns servidores permitem que você instale um conjunto completo de memória redundante, enquanto outros podem incluir um slot extra que você pode usar para instalar um módulo de memória de reposição. A memória livre é utilizado automaticamente quando ocorre uma falha na memória.

3. Componentes Hot-Swap

No mundo dos 24/7 de TI, ter um servidor nesse regime exige as vezes de troca com ele ligado. Tente certificar-se que o servidor que você escolher usa componentes hot-swappable. Com certeza, nem todos os componentes é hot-swappable. Por exemplo, você não pode trocar uma placa de sistema ou um CPU enquanto o servidor está em execução. No entanto, muitos servidores suportam o uso de hot-swappable discos rígidos, módulos de expansão e fontes de alimentação.

4. FormFactor

Deve ser razoavelmente óbvio que você precisa considerar o “formfactor” do servidor quando decidir comprar, dê importância ao tamanho certo. Se você está comprando um servidor para montagem em rack de servidor, verifique se você tem espaço suficiente em seu rack. Lembre-se que os servidores de 2U e 4U requerem mais espaço em rack que faz um servidor de 1U. Da mesma forma, se você está planejando a compra de um servidor blade, garantir que você tenha um espaço adequado deixado no gabinete de servidor blade.

5. Falha de memória tolerante

Outra coisa que você deve procurar ao comprar um novo servidor é o suporte para as tecnologias de tolerância a falhas de memória, como o Código de Correção de Erro (ECC). memória ECC pode corrigir os erros de memória dinâmica de um único bit. memória ECC pode também detectar (mas não corrigir) erros de bit duplo.

6. Armazenamento

Servidores variam muito em termos de memória interna disponível. Embora a maioria dos servidores no mercado permita a utilização de dois discos rígidos internos, há exceções importantes. Alguns servidores não incluem o armazenamento interno e pode iniciar a partir de uma SAN ou Matrix RAID externa. Por outro lado, alguns dos servidores de maior tamanho inclui suporte para as grandes matrizes de armazenamento interno. Os servidores blade normalmente suportam apenas duas unidades internas, mas de armazenamento pode ser expandida através de um módulo de armazenamento, supondo que haja espaço suficiente no chassi.

7. Suporte de CPU

Você também deve considerar a arquitetura da CPU do servidor. Eu não estou falando sobre a Intel versus AMD (embora isso pode ser importante, também). Estou falando em deixar espaço para o crescimento futuro. Muitos dos servidores no mercado hoje oferecem múltiplos soquetes que podem suportar diversos tipos de processadores. As empresas normalmente fazem uma decisão de compra baseado em quantos núcleos do processador que eles precisam agora. No entanto, é uma boa ideia comprar um servidor que permite que você adicione CPUs além do existente caso ocorra necessidade. Por exemplo, você pode começar com CPUs quad-core e depois atualizar a seis-core ou processadores de oito núcleos no futuro. Da mesma forma, você pode inicialmente preencher um soquete do processador, mas acrescentar um outro CPU, quando necessário.

8. Conectividade

É fácil esquecer a conectividade de rede quando se compra um servidor, pois cada servidor no mercado inclui a rede integrada. No entanto, a conectividade de rede torna-se muito mais importante se o servidor vai atuar como um nó de cluster ou como um servidor de host de virtualização. Clustering e virtualização tipicamente requerem mais adaptadores de rede de um servidor autônomo faz. Em tais casos, um servidor provavelmente não terá um número suficiente de adaptadores de rede por padrão, mas você precisa se certificar de que tem capacidade para acomodar adaptadores de rede adicionais necessários.

9. Capacidade de memória

Se você planeja usar o seu novo servidor como um host de virtualização, considere a quantidade de memória que o servidor pode suportar. A memória é o recurso mais importante em um ambiente de servidor virtual, por isso você deve garantir que o servidor inclui memória suficiente para suportar todos os sistemas operacionais convidados sem skimping de memória.

10. Gerenciamento

Se você tiver mais do que um punhado de servidores em seu data-center, certifique-se que o seu servidor suporta o gerenciamento (tanto no hardware como a nível software). A maioria dos servidores na gestão de hardware de apoio ao mercado por meio de IPMI, que é um protocolo de gerenciamento padronizado. Mas as ferramentas de gerenciamento de software tendem a ser proprietário, e um software de gestão normalmente não irá funcionar com servidores de outro fabricante, então tente padronizar sempre que possível e manter o gerenciamento sempre em dia.

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BIOS UEFI x BIOS Padrão

Muitas pessoas estão familiarizados com uma BIOS do PC, e esse por sua vez é um sistema antigo e falho, cheio de imperfeições. Mas com a chegada do sistema UEFI no qual vai aniquilar de vez com o BIOS padrao que vemos a mais de uma decada, muitos dos problemas terão um fim.

01

Entendendo BIOS (Basic Input/Output System)

O BIOS (pronuncia-se "bye-ose") é um sistema de entrada/saída básico. Um software de baixo nível que é tão integralmente importante que reside em um chip que é construído na motherboard. Quando o computador é iniciado, é a BIOS inicia vários trabalhos para verificar os vários componentes e se eles estão funcionando, então ele passa do “POST” ao largo funcional do seu sistema operacional ou outro gerenciador de inicialização.

02

Um "longo" tempo atrás, os computadores usavam ​​maneiras muito diferentes e proprietárias de fazer isso, mas com o tempo tipo IBM 5150 veio para tomar um padrão e para servir de base de compatibilidade de hardware. Foi utilizado o processador Intel 8088, que foi tem 16 bits, e assim a própria BIOS é de 16 bits e é permitido 1MB de espaço de endereço. Ele também usa um Master Boot Record, ou MBR, para especificar a tabela de partição do computador, que por sua vez, informa ao BIOS qual o sistema operacional é.

O POST é um processo de verificações do sistema básico. É um power-on self-test, que verifica a validade e correta funcionalidade dos seus componentes. Se algo está errado, você verá uma mensagem de erro exibida ou ouvir uma série enigmática de códigos de “bips”(3 bips alguem lembra o que é? e 2 longos e 1 curto?).

03

Tudo do sistema é fornecida numa interface da qual você poderá ativar / desativar os componentes individuais e opções avançadas de hardware. É claro que como tudo no mundo da informártica, o BIOS ficou obsoleto em comparação com os hardwares atuais. Mais recente foi lancando as primeiras mudanças significativas do BIOS. A fim de compensar um monte de suas deficiências, as extensões foram desenvolvidos. O principal exemplo disso é Advanced Configuration and Power Interface, ou ACPI, o que foi posto em prática para ajudar a configuração do dispositivo e funções avançadas de gerenciamento de energia. Mas, ao longo do tempo foram aparecendo novas configuracoes, e hoje tornou-se necessário um sistema sem essas limitações que podem ser superadas apenas por um novo sistema.

O Sucessor: UEFI

A Unified Extensible Firmware Interface, também conhecido como UEFI (pronuncia-se “oofy” ou U”Effy”) foi originalmente desenvolvida pela Intel para contornar esses problemas para o seus servidores com 64-bits baseados no Itanium. Com o tempo, ela foi renomeada do Intel Boot Initiative e entregue ao Forum Unified EFI, que rege as especificações para ele. UEFI trouxe algumas mudanças importantes para o ambiente pré-boot e BOOT em si.

Visuals

Muitas implementações vemos na EFI só de olhar, e comparando com o BIOS tradicional achamos mudanças radicais no novo layout. Apesar de lindas imagens que não são realmente necessários, eles podem ser realmente úteis para coisas como overclocking. Dê uma olhada nas diferenças:

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05

16 bits vs 32/64-bits

Enquanto o BIOS de 16bits está limitado a 16 bits de processos e 1MB de endereçamento de memória, a UEFI não está limitado nesse sentido. Pode funcionar em 32 bits e 64 bits, permitindo a memória RAM tratar de muitos mais processos com mais complexidade ainda. Também pode ser independente de arquitetura e fornecer os drivers para os componentes que são independentes do tipo de CPU que você tem.

Iniciando

A MBR é limitado a 4 partições primárias por disco,  e discos de boot são limitadas em tamanho a 2,2 TB primário. UEFI usa a tabela de partição GUID, que utiliza globalmente identificadores únicos para entender as partições e permite iniciar a partir de discos rígidos tão grande quanto 9,4 ZB. Um terabyte (tecnicamente, um Tebibyte) é de 1024 GB, e um zettabyte (zebibyte) é 1024x1024x1024 GB. Parece muito à frente do futuro para o momento, não é?

E os benefícios não param por aí; UEFI permite mais opções de boot, não prescreve sistemas de arquivo específico, e tem excelentes habilidades de inicialização de rede. Inicializadores de SO também pode servir como extensões para o UEFI, que em si pode funcionar como um boot mais adequado pro seu sistema.

Extensões

UEFI suporta extensões mais velhos, como o ACPI, que não dependem de um ambiente de execução de 16 bits. Erros com bipe também são coisa do passado, como as extensões podem melhor testar os componentes (a menos que algo mais grave está errado, como um processador ruim). Além disso, o suporte a partições EFI baseados em discos rígidos que os fabricantes podem usar para adicionar mais funcionalidades. Asus instant-on OS é um bom exemplo. Enquanto ele trabalha com BIOS, UEFI pode oferecer melhores tempos de boot de carregamento para algo assim.

Do BIOS para o UEFI

06Seu potencial do UEFI  é muito promissor, quase dependente. Mas nem tudo é o ideal ainda, algumas placas já operam normalmente em nível de BIOS, e os fabricantes estão começando a implementar em suas placas-mãe. Eles podem usar extensões mais velho com o novo sistema, até os mais novos poderem assumir de vez a plataforma. O troca do sistema de BOOT vem se desenvolvendo num ritmo sempre crescente ao longo dos últimos anos. Entretanto o que faz demorar e que não é possível colocar UEFI em MOBO baseada na arquitetura da BIOS tradicional. Mas as probabilidades são que quando você compra um novo sistema ou fazer uma atualização nos próximos anos você estará fazendo a mudança, talvez sem nem perceber. É uma mudança lenta, mas parece ser inevitável termos que ir devagar.

 

Inspiração para a copia desse post foi do HTG

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EVGA GTX465 – Review Rápido – Ótimo custo x benefício

evga_gtx465

A nVidia NVIDIA lançou uma boa placa de vídeo, a GeForce GTX 465. Ela é uma placa razoavelmente interessante quando comparado com outras placas gráficasdo mercado. Apesar de ser baseado na arquitetura inicial GF100 40nm Fermi, a NVIDIA conseguiu colocar um produto no mercado, que não corre muito riscos. Baseado na arquitetetura Fermi, que deve ser ainda mais acessível, tem alguns shader processors a menos ativos. Conta com 1024 MB (gDDR5/256-bit).

Isso tudo significa que vários desses clusters shader foram desativados nessa VGA/GPU. Já que sua versão mais completa a GeForce GTX 470 não tem esses blocos de memória desativados.

 

evga_gtx465_01 Caixa do produto muito bem apresentada com a principal informação a ser exibida.

Tamanho da memória e Modelo

evga_gtx465_02 Caixa

Parte trazeira!

evga_gtx465_03 Na parte trazeira da caixa existe um retangulo transparente onde podemos ver a placa internamente ( parte dela ) que contém 2 informações, são elas:

+ Número de série
+ Part Number

evga_gtx465_04 Os acessórios que vem com a placa de vídeo da evga

Manual
CD de drivers ( driver antigo e apenas para eventual instalação)
cabo HDMI
Adaptadores de energia
Adesivo GTX 400 series
adaptador DVI para VGA
Guia rápido

evga_gtx465_05 Uma coisa que me chamou muita atenção, foi o cabo HDMI que veio com o conjunto. Muito bem acabado, banhado a ouro eu imagino ou pelo menos é dourado neh…. hehehehe

Longo, porém não dá perdas, pois efetuei um teste rápido com um player bluray e uma tela de led 1080p e não deu LAG não…

evga_gtx465_06 A placa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
evga_gtx465_07 A placa, denovo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
evga_gtx465_08 E denovo !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Prestem atenção ao tampáo que cobre toda a placa, agora ela é de encaixa e nao parafusada como era com a série 200

evga_gtx465_09 2 saídas DVI e uma HDMI Smile
evga_gtx465_10 As duas entradas de energia de 6 PINOS, e uma pequena propaganda lateral na carcaça do tampão
evga_gtx465_11 Parte posterior da placa onde vemos os componetes SMD soldados e as etiquetas diversas

Uma coisa legal que notei, é que as etiquetas agora deixa sujeira na placa ao serem arrancadas.

NAO ARRANQUEI AS DESTA PLACA, SO PUXEI E VI QUE IA DEIXAR VESTIGIOS Sad smile

evga_gtx465_12 Sem o tampão !

Podemos verificar a excelente montagem da placa.

Seu enorme dissipador passivo, ventilador. O restante fica tudo debaixo desta parte preta metálica que cobre toda a placa

evga_gtx465_13 Tampão e Placa…
evga_gtx465_14 Detalhes do ventilador e dissipador ( não gostei muito desa solução STOCK  de dissipador nao.
evga_gtx465_15 Capacitores japoneses, os melhores que existem !

Odeio os eletrolíticos que incham e explodem, quase derrubando sua casa ou prédio residencial.

evga_gtx465_16 Mais detalhes do dissipador.
evga_gtx465_17 Placa totalmente desmontada.

Montagem muito bem feita, e excelente, EVGA e XFX sempre me deixam de boca aberta com suas práticas de eletrônica técnica.

Tão bonitinha…..

evga_gtx465_18 Base do dissipador.

Notem que os PIPES fazem contato diretamente com o processador da VGA

evga_gtx465_19 CHIP

GF100

E tome CUDA mulecada….

evga_gtx465_20 Placa nua e crua
evga_gtx465_21 Base interna metálica, robusta e muito bem feita, servindo como dissipador tambem para algumas partes que esquentam menos.
evga_gtx465_22 Notem os pontos de contato

Memórias e VRM

Fiz uma gravação rápida de um jogo usando essa placa. Jogo esse que jogo muito, e sei que ele e bemmm pesadinho. Fiz questão de utilizar uma maquina menos possante no teste a fim de elevar o uso da GPU ao máximo. A máquina que usei no teste foi:

  • Intel Core 2 Quad Q6600
  • 4GB de memória OCZ 1066MHz
  • RAID 0 com 3 HDs Seagate de 500GB 7200rpm 10MB de buffer
  • Windows 7 Professional 64 bits ( totalmente atualizado + driver atualizados )
  • Fonte Corsair modular de 850W

Video em alta resolução de BATTLEFIELD BAD COMPANY 2:

Resolução: 1280×1024

Refresh: 60Hz

Detalhamento de cena: Alto

Demais ajustes: Médio

AA: 2x

Asinotropic: 1x

http://rapidshare.com/files/422587263/BFBC2.wmv – 82,30MB

Obtive uma média de 45 frames por segundos de acordo com o fraps… Ou seja uma Otima VGA para seu computador…

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