Archive for category Client/Server

Utilitários de rede em linha de comando para Windows

Alguns comandos para serem usados no prompt de comando que ajudam bastante qualquer admin de rede:

 

  • getmac − Mostra o mac de todas as placas de rede disponíveis.
  • hostname − Mostra o nome do computador/hostname.
  • ipconfig − Informa as configurações sobre os ajustes de TCP/IP, também serve para aplicar o flushDNS ou renovar o IP.
  • nbtstat  − Mostra as estatísticas sobre o protocolo TCP/IP atualmente e também as conexões usando NetBIOS sob TCP/IP.
  • net − Configura e interage com diversas funções de rede do Windows.
  • netsh − Um poderoso comando que facilita a configuração e ajuste de diversas opções da interface de rede.
  • netstat − Mostra o estado atual da estatística de rede, como portas abertas, rota de mapeamento e etc.
  • nslookup − Para diversos testes para resolução de problemas relacionados com servidores de DNS.
  • pathping − Usado para resolução de problemas de rede.
  • ping − Simples comando para verificação de problemas de rede.
  • route − Manipula com destreza a tabela de roteamento do computador atual.
  • tracert − Ajuda a identificar e corrigir diversos problemas entre redes de computadores e/ou conexões traçando toda a rota da origem até um destinatário específico.

 

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Usando o Microsoft Baseline Security Analyzer a seu favor

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Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04

Olá

Bem, este é um tutorial de como instalar com perfeição uma ferramenta de administração para linux chamada WEBMIN, eu fiz o tutorial usando o Ubuntu Server versão 11.04 no VirtualBOX, e para conexão remota usei o Putty.

Não me deti a detalhes mais básicos pois como é uma ferramenta para usuario já com um certo conhecimento eu me deti o passo-a-passo apenas na instalação que é onde existem os detalhes para bom funcionamento.

No tutorial seguem 2 vídeos, um com apenas a instalação do Ubunto Server e o outro com a instalação do WEBMIN. E um arquivo TXT com resumo dos comandos para copiar e colar no Putty e para rápida referência de instalação.

ESTOU USANDO AGORA O SISTEMA DE VÍDEO DO VIMEO POIS ALÉM DA QUALIDADE SER MELHOR CARREGA TAMBEM MAIS RÁPIDO. ASSISTINDO O VIDEO DO SITE DO VIMEO VOCE CONSEGUE UMA ALTA QUALIDADE SEM PRECISAR EFETUAR DOWNLOAD.

Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 1

Instalando com perfeição o WEBMIN no Ubuntu Server 11.04 – PARTE 2

Arquivo com os comandos já feitos – DOWNLOAD

01
Iniciando a instalação do sistema operacional.
Eu uso de preferência o idioma ingles por causa da grande variedade de tutoriais na internet, consequentemente posso confrontar depois informações com mais perfeição.
02
Prosseguindo.
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Aqui ele pergunta qual a TIMEZONE, ou seja ajustes para sua localização tais como Pais e diversos layouts, o velho bla bla bla de sempre.
Escolha OTHER
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E em seguida escolha SOUTH AMERICA ( america do sul )
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Nosso velho e corrupto Brazil de guerra.
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Mas nesta tela matenha o padrão
UNITED STATES – UTF-8
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Sobre seu teclado a instalação pergunta se está correto.
Escolha NO e prossiga
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Se for o famoso ABNT2, pode escolher Brazil
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E aqui Brazil denovo
10
Uma parte bem importante é esta…
Aqui voce vai definir o HOSTNAME do servidor, verifique com cuidado para nao ter mais trabalho para mudar depois. No meu caso aqui eu escolhi ( linux )
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A instalação detecta sua localização para ajustes de horario.
Confirme com o que ele detectou ou escolha um proximo a sua localização. Aqui como estou na Paraíba, eu preferi deixar o TIME ajustado para Recife mesmo.
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Vamos agora particionar o Disco o que fica mais a gosto de cada pessoa, eu particularmente depois de muiiiiiiito teste cheguei a seguinte conclusão:
SWAP – Do tamanho da memória RAM ou o dobro da memória RAM, em geral mesmo tamanho da RAM
Particao / – O restante do disco, acreditem, resolvi muitas noites de sono assim Smile
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Vejam que eu fiz o seguinte, coloquei o SWAP no inicio do disco pois como todo mundo sabe o inicio do disco e mais rápido do que o final.
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Confirmando o LAYOUT do disco.
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Após o processo ele me pergunta o meu nome, Basta digitar o nome e prosseguir pra próxima etapa.
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Automaticamente ele ja usou meu nome como usuário.
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Senha
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Repita a sua senha
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JAMAIS DIGA SIM A ENCRIPTAÇÃO
A não ser que seja louco e claro Smile
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Não use proxy durante a instalação por favor.
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E tambem não permita instalação automatica de updates e upgrades dos pacotes.
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USE APENAS O SSH SERVER
Porque???????
Alem de tornar a instalação em si mais rápida, o restante faremos usando o proprio WEBMIN, melhor mais rápido e prático. Assim como torna a instalação mais padronizada no aspecto de robustez do sistema.
“lembram aqueles monte de arquivinhos que se acumulam no linux…”
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E claro, instalem o GRUB
24
E termine a instalação para reiniciar o sistema
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Primeiramente na tela de LOGIN entre com seu usuário criado, que no meu caso foi o brinsley. Em seguida para facilitar vou usar o root do sistema para instalar todo o resto do sistema, sendo assim mude para SU como comando:
sudo –i
= digite sua senha de usuario normalmente,e  logue-se como root.
Depois disto use passwd root, para mudar a senha de root, inserindo 2 vezes a senha. depois disto basta digitar reboot para reiniciar o sistema e fazer logon usando root como usuario.
Nesta tela anote o IP que o Ubuntu está usando pois através deste iremos configurar a rede para usar o IP fixo que vamos escolher. No meu caso aqui aparece 192.168.254.101
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Usando VI ou nano por exemplo iremos editar:
/etc/network/interfaces
Para facilitar está aqui o meu exemplo pronto:

# This file describes the network interfaces available on your system
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.254.5
netmask 255.255.255.0
network 192.168.254.0
broadcast 192.168.254.255
gateway 192.168.254.254

 

Salve e saia para o prompt, entao execute o comando:

/etc/init.d/networking restart

Fazendo isso automaticamente voce já vai usar o IP que escolheu.

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Agora vamos alterar o arquivos hosts para que tambem possamos usar o nome de maquina corretamente.
Mais uma vez usando o vi ou nano edite o arquivo:
/etc/hosts
Meu arquivo de exemplo;

127.0.0.1         localhost.localdomain   localhost
192.168.254.5   linux.localdomain       linux

# The following lines are desirable for IPv6 capable hosts
::1     ip6-localhost ip6-loopback
fe00::0 ip6-localnet
ff00::0 ip6-mcastprefix
ff02::1 ip6-allnodes
ff02::2 ip6-allrouters

Fazendo isso basta salvar e verificar o nome de HOST com o comando

hostname -f

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Se desejar reinicie o servidor com o comando reboot. E ao efetuar login verifique o IP que está usando e o HOSTNAME conforme mostrado aqui.
29
Agora vamos começar a instalação do WEBMIN propriamente dito…
Teremos que primeiramente acrescentar ao nosso ubuntu o repositório do WEBMIN, para isso vamos editar o seguinte caminho:
/etc/apt/sources.list
Adicionando no fim da lista os repositorios do WEBMIN que sao:

deb http://download.webmin.com/download/repository sarge contrib
deb http://webmin.mirror.somersettechsolutions.co.uk/repository sarge contrib

Salve e saia para o prompt.

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Execute: wget http://www.webmin.com/jcameron-key.asc

Execute: apt-key add jcameron-key.asc

Execute: apt-get update

Instale o WEBMIN: apt-get install webmin

= Confirmando com Y quando for perguntado.

No fim será informado o endereço para acesso que aqui ficou https://linux:10000 – lembrando que também podemos usar o IP para conectar que no caso seria https://192.168.254.5:10000 sacaram…

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Como estamos usando o HTTPS e o certificado não existe realmente apenas confirmamos para prosseguir.
Depois consertamos isso lá no WEBMIN mudando de https para http ou conexão sem SSL.
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Digite root no usuário
E a senha
33
Cool, ai está o WEBMIN.
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Aqui apenas mostrando que localizou atualizações para serem efetuadas e etc.
No demais não ou comentar pois nao é o proposito do tutorial, como usa-lo procure naquele camarada laque sabe de quase tudo, acho que é Google o nome dele. Gente boa.
Até a próxima.

 

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Ubiquiti Rocket M5, uma evolução do Bullet HP2…

Rocket-M5Olá

Depois de quase 100 comentários sobre o nosso querido Bullet, estou aqui novamente com mais um belo hardware da UBNT -  Rocket M5 – Esse aparelho realmente veio tão bom quando o bullet que testei e ainda uso desde então. Ele tem uma série de características que visam melhorar e muito tudo que já era feito anteriormente pelos rockets mais antigos, ou de gerações passadas. Como Velocidade, Padrão de acesso e etc.

 

 

Informações gerais sobre o Rocket M5:

rocketm_ultimate

  • Trabalhando na frequência de 5GHz
  • Baixa latência
  • Dupla polarização Linear e MIMO

O MIMO  é o protocolo 802.11n que permite transmissão bi-polarizadas (transmitem na Vertical e na Horizontal) em uma mesma frequência sem interferência entre elas e utilizam também os sinal que refletem em objetos ou pontos pertos como reforço de sinal. Isto permite que seja alcançadas bandas passantes reais de 150, 300 ou até 600Mbps. Está em estudo já o de 1.200Mbps.

MIMO 2X2 = Utiliza 2 antenas bi-polarizadas em cada ponto (Servidor <> Cliente) transmitindo e recebendo na Horizontal + Vertical simultaneamente. São parcialmente compatíveis com 802.11 a,b,g.

MIMO 3X1 = Utiliza 3 antenas em sequência com simples polarização em cada ponto (Servidor <> Cliente), porem as 2 antenas externas transmitem e a do centro recebe.

MIMO 4X4 = utiliza 2 conjuntos de equipamentos MIMO 2X2.

N-Streaming é um protocolo proprietário da MikroTik que transmite da Vertical e recebe na Horizontal, nada tendo a ver com o protocolo 802.11n

  • Transferências acima dos 100Mbps (max. de 150Mbps)
  • Para links acima de 50KM

Datasheet do Rocket M5

 

DSCF0136

Parte frontal da caixa.

DSCF0137

Bem feita a caixa assim como seu interior que é bem protegido com suspenção independente.

DSCF0138

Parte de trás da caixa, mostrando o conteúdo e informações de como acessar o configurador.

DSCF0139

Conteúdo que acompanha o Rocket M5:

1. Rocket M5
2. Adaptador PoE Ubnt
3. Cabo de força para o PoE
4. Abraçadeira para o Rocket ( Adorei mesmo isso ter vindo com o Kit )

DSCF0140

O adaptador PoE

Bem construído, é bem pesadinho, passa robustez de bem feito…

DSCF0141

O rocket

Alegre

Assim como o bullet tem o medidor de sinal, de ligado e de link…

DSCF0145

As duas saídas para as antenas.

Com o protetor

DSCF0146

Sem o protetor

DSCF0147

Entrada do cabo de rede + USB

DSCF0148

O rocket ligado no PoE

rocketm5-01

Tela de login simplista como tem que ser

rocketm5-02

Tela principal de quando se faz login no rocket.

Veja que todas as informações pertinentes estão aqui com acompanhamento através de dois gráficos bastantes pertinentes. Velocidade, tipo de conexão e etc. tudo bem organizado

rocketm5-03

Nesta tela podemos configurar toda a parte de Wi-Fi, vai desde do simples nome do SSID até potencia de saída, notem na área destacada que vai ate 27dpm de potencia, juntamente com a máxima taxa de transferência de dados que é 150Mbps no caso modo N de funcionamento

rocketm5-04

Configuração da Rede, e método de operação

rocketm5-05

1. Calculadora automática do ACK, isso e muito bom para mantermos um bom comportamento da rede, quando bem usado claro…

2. programação dos leds para saber como esta a comunicação entre o rocket e o ponto mais fraco d outra conexão

 

3. Detalhe para a linda palavrinha TRAFICSHAPE ON/OFF

rocketm5-06

Configurações dos serviços disponíveis como SMTP, Telnet e etc

rocketm5-07

Configurações gerais do Rocket

rocketm5-08

Alegre

Em português, se assim desejar….

 

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10 Coisas para se pensar antes de comprar um servidor

Eu estava dando uma olhada no site do TechRepublic e me deparei com uma materia muito legal publicada lá, que diz exatamente a frase do post, decidi postar aqui e entao está ela ai apenas traduzida, com creditos para o site e o seu autor que é Brien Posey…

Rack server

1. Disponibilidade de Drivers

Uma das primeiras coisas que você precisa considerar antes de tomar qualquer decisão de compra é se o servidor em que tem interesse tem bom suporte aos drivers de instalação. Você não pode ter nenhuma dificuldade para obter os drivers do sistema operacional, fabricantes como Dell ou HP são bons em suporte de drivers. No entanto, o sistema Linux pode não ser tão prontamente disponível. Tomando um pouco de tempo, para ter certeza de que você não vai ter sofrimento futuro, verifique se o mesmo dará suporte ao Linux e/ou ao sistemas que pretende utilizar.

2. Redundância

Se o servidor que você está comprando será utilizado para um fim de missão crítica, você precisa se certificar de que utiliza peças redundantes para evitar ter um ponto único de falha. Por exemplo, o servidor deve ter pelo menos duas fontes de alimentação de modo que se uma falhar, a outra pode assumir sem que o servidor fique offline. Alguns servidores permitem que você instale um conjunto completo de memória redundante, enquanto outros podem incluir um slot extra que você pode usar para instalar um módulo de memória de reposição. A memória livre é utilizado automaticamente quando ocorre uma falha na memória.

3. Componentes Hot-Swap

No mundo dos 24/7 de TI, ter um servidor nesse regime exige as vezes de troca com ele ligado. Tente certificar-se que o servidor que você escolher usa componentes hot-swappable. Com certeza, nem todos os componentes é hot-swappable. Por exemplo, você não pode trocar uma placa de sistema ou um CPU enquanto o servidor está em execução. No entanto, muitos servidores suportam o uso de hot-swappable discos rígidos, módulos de expansão e fontes de alimentação.

4. FormFactor

Deve ser razoavelmente óbvio que você precisa considerar o “formfactor” do servidor quando decidir comprar, dê importância ao tamanho certo. Se você está comprando um servidor para montagem em rack de servidor, verifique se você tem espaço suficiente em seu rack. Lembre-se que os servidores de 2U e 4U requerem mais espaço em rack que faz um servidor de 1U. Da mesma forma, se você está planejando a compra de um servidor blade, garantir que você tenha um espaço adequado deixado no gabinete de servidor blade.

5. Falha de memória tolerante

Outra coisa que você deve procurar ao comprar um novo servidor é o suporte para as tecnologias de tolerância a falhas de memória, como o Código de Correção de Erro (ECC). memória ECC pode corrigir os erros de memória dinâmica de um único bit. memória ECC pode também detectar (mas não corrigir) erros de bit duplo.

6. Armazenamento

Servidores variam muito em termos de memória interna disponível. Embora a maioria dos servidores no mercado permita a utilização de dois discos rígidos internos, há exceções importantes. Alguns servidores não incluem o armazenamento interno e pode iniciar a partir de uma SAN ou Matrix RAID externa. Por outro lado, alguns dos servidores de maior tamanho inclui suporte para as grandes matrizes de armazenamento interno. Os servidores blade normalmente suportam apenas duas unidades internas, mas de armazenamento pode ser expandida através de um módulo de armazenamento, supondo que haja espaço suficiente no chassi.

7. Suporte de CPU

Você também deve considerar a arquitetura da CPU do servidor. Eu não estou falando sobre a Intel versus AMD (embora isso pode ser importante, também). Estou falando em deixar espaço para o crescimento futuro. Muitos dos servidores no mercado hoje oferecem múltiplos soquetes que podem suportar diversos tipos de processadores. As empresas normalmente fazem uma decisão de compra baseado em quantos núcleos do processador que eles precisam agora. No entanto, é uma boa ideia comprar um servidor que permite que você adicione CPUs além do existente caso ocorra necessidade. Por exemplo, você pode começar com CPUs quad-core e depois atualizar a seis-core ou processadores de oito núcleos no futuro. Da mesma forma, você pode inicialmente preencher um soquete do processador, mas acrescentar um outro CPU, quando necessário.

8. Conectividade

É fácil esquecer a conectividade de rede quando se compra um servidor, pois cada servidor no mercado inclui a rede integrada. No entanto, a conectividade de rede torna-se muito mais importante se o servidor vai atuar como um nó de cluster ou como um servidor de host de virtualização. Clustering e virtualização tipicamente requerem mais adaptadores de rede de um servidor autônomo faz. Em tais casos, um servidor provavelmente não terá um número suficiente de adaptadores de rede por padrão, mas você precisa se certificar de que tem capacidade para acomodar adaptadores de rede adicionais necessários.

9. Capacidade de memória

Se você planeja usar o seu novo servidor como um host de virtualização, considere a quantidade de memória que o servidor pode suportar. A memória é o recurso mais importante em um ambiente de servidor virtual, por isso você deve garantir que o servidor inclui memória suficiente para suportar todos os sistemas operacionais convidados sem skimping de memória.

10. Gerenciamento

Se você tiver mais do que um punhado de servidores em seu data-center, certifique-se que o seu servidor suporta o gerenciamento (tanto no hardware como a nível software). A maioria dos servidores na gestão de hardware de apoio ao mercado por meio de IPMI, que é um protocolo de gerenciamento padronizado. Mas as ferramentas de gerenciamento de software tendem a ser proprietário, e um software de gestão normalmente não irá funcionar com servidores de outro fabricante, então tente padronizar sempre que possível e manter o gerenciamento sempre em dia.

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